Vida de professor da rede pública

Súplica Cearense

Mostrando postagens com marcador Idéias. 7º Ano (6ª Série). Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Idéias. 7º Ano (6ª Série). Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Aula - África

Introdução à Africa
*Objetivos:
Desmistificar a visão que os alunos possuem sobre a África. Prepará-los para estudar a história do continente, tendo em mente a diversidade e complexidade da região.
Turmas: 6ª Série (7º Ano)
Espaços de Atuação: Sala de Aula
Recursos: Cartazes com imagens, músicas e quiz sobre o continente
* Cartazes com imagens: Montar dois cartazes. O primeiro deve conter fotos de pessoas provenientes do Continente Africano. Escolha imagens de pessoas etnicamente e culturalmente diferentes. Normalmente, os alunos não associam a África à pessoas brancas e de cultura islâmica. O segundo cartaz deve conter fotos de paisagens. Misturar imagens das áreas urbanas e rurais desse continente.
* Músicas: Escolher músicas que representem a diversidade do continente tanto no passado como no presente.
A Aula
Primeira Etapa
Explicar aos alunos que a aula tem por objetivo dividir o conhecimento que a turma possui sobre o Continente Africano. Depois, entregue o quiz para que os educandos possam preenchê-lo. Deixe as perguntas sobre música por último já que todos deverão escutar as músicas selecionadas pelo professor.
Segunda Etapa
Corrija o quiz. Nesse momento, os alunos provavelmente perceberão que conhecem muito pouco sobre a África. Os educandos se surpreenderão com algumas características do continente: regiões urbanizadas, pessoas com características européias (brancas de olhos claros), regiões culturalmente marcados pelo islamismo, idiomas diversos e músicas contemporâneas. Use esse momento para mostrar que os brasileiros possuem uma visão distorcida sobre a África.
* Normalmente, os alunos se sentem muito estimulados a estudar a história e a geografia desse continente quando percebem que conhecem muito pouco sobre ele. Eles se sentem desafiados a construir uma nova imagem sobre o objeto de estudo.
Fontes:http://luciana.misura.org/cat_africa_do_sul.html
Acesso: 27/02/2009.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

GRANDES NAVEGAÇÕES

TEMPEROS

Nos mapas mais antigos, o pouco que se sabia do mundo aparecia meio de lado. Se já soubessem do Brasil, a sua costa estaria virada para cima. Isso porque tudo se orientava - daí a palavra - pelo oriente, onde nascia o sol. O norte da época era o Leste. Depois descobriram o pólo magnético, e os cartógrafos botaram as coisas nos lugares onde estão até hoje, só com mais detalhes.
História e geografia eram as minhas matérias favoriyas na escola, e olhar mapas uma mania. Por aqueles mares antigos andavam as naus da minha infância, carregadas de especiarias. (como seria bom estudar se não fosse a matemática, o portugues, a educação física ...)
Eu não entendia muito bem o que eram especiarias. O dicionário dizia que eram condimentos, mas eu não conseguia imaginar barcos carregados de pimenta, galeões abarrotados de canela, caravelas cheias de cravo. Ou caravanas terrestres desafiando cordilheiras, tempestades; desertos e bandidos para manter a Europa suprida de - noz-moscada? Mas estava lá nos livros de história, o mundo sendo tecido pelas rotas de aromáticos, grandes aventuras de descobrimentos e conquista regidas pelo gengibre e a hortelã.
Eu entendia o ouro e a prata e a cobiça dos piratas, não entendia que se matasse por temperos. Havia algo de estranho e desproporcional naquele empreendimento, homens rudes lançando-se contra o desconhecido e a morte pelo rosmaninho, navios engolidos pelo abismo e deixando na superfície, como um irônico comentário da sua passagem, apenas uma sopa de ervas, sua única carga. Não dava para conceber o Barba Negra abordando um navio, encostando a ponta da sua espada no pescoço do comandante e dizendo:
- Quero todo o seu cominho.
Era a poluição inocente: se se rompesse um porão de navio as praias se cobriam de grãos de mostarda, as gaivotas se intoxicavam com aroma de baunilha . Desastre ecológico era quando os peixes engoliam alho e alcaparras e já eram pescados prontos.
Depois eu cresci e a história perdeu sua ingenuidade, ou eu perdi a minha. Especiarias eram cargas poéticas comparadas com o minério e o petróleo nos supercargueiros de hoje, mas não havia nada de inocente na competição das grandes potências pelas suas fontes e pelo controle das suas rotas. Quando os mongóis e os turcos interromperam o suprimento de condimentos do Oriente por terra e a Europa descobriu que não podia viver sem comida temperada, a exploração das rotas marítimas ganhou um grande impulso e a era dos descobrimentos começou.
A América é um produto da deformação do paladar europeu. O colonialismo nasceu da inconformidade do Ocidente com sua comida insossa, além da fome de ouro, prata e espaço. O comércio de especiarias deu origem ao comércio de escravos para o Novo Mundo, os novos hábitos precisavam ser supridos em escala inédita e os escravos indígenas não estavam dando conta. Não dá pra calcular quantos morreram na viagem ou no trabalho escravo para que a classe operaria inglesa pudesse ter açúcar no seu chá (todos os dias). Dá para fazer uma tese sobre a influência das papilas gustativas sobre a marcha da história e o destino de civilizações. E um paralelo entre o que ia daqui para adoçar ou apimentar a vida dos europeus e o que os europeus hoje vem buscar, em grupos, para condimentar sua vida sexual, no Rio e no Nordeste. Tudo é apetite. Nada disto teria acontecido se a Europa se contentasse com sua comida nativa, incluindo suas mulheres sem sal.
Pode-se imaginar a Europa antes do seculo 16 como um organismo virgem cujo único arrebatamento- o êxtase religioso - não era dos sentidos. Nada tinha muito gosto ou muita graça, salvo alguns cogumelos. Todos os estimulantes que a enfeitiçariam ainda estavam para ser descobertos: o chá, o cafe', o fumo. E o chocolate. Depois que Cortez trouxe o chocolate para a Espanha do México - onde diziam, Montezuma tomava vários copos antes de visitar suas mulheres -, começou um culto ao chocolate na Europa, uma descoberta emocional que desde então se repete através da história cada vez que uma criança prova seu primeiro brigadeiro. O mundo corrompeu os sentidos da Europa, e a Europa, enlouquecida, comeu o mundo.
Cocaína parece açúcar. Hoje, enquanto supercargueiros fazem o tráfico oficial do ferro e do óleo e das outras sérias necessidades do Ocidente, as novas especiarias viajam escondidas. A realidade domina os mares, o barato vai por rotas tortuosas com a polícia atrás. O apetite do Ocidente hoje é pelo delírio, não pela noz-moscada.
No fundo é a mesma inconformidade com a mesmice, só que agora a vida é que é intragável e o condimento vai direto no nariz ou na veia. E o tempero mata. Quem transporta drogas na roupa, no fundo falso ou até no estômago é chamado de "mula" e há no apelido uma vaga evocação das caravanas do Oriente com especiarias para a Europa, enfrentando bárbaros e ursos em vez de fiscais da alfândega.
O Mundo dá muitas voltas, e a cada volta fica menos romântico e mais ordinário. Como nós todos.
Luiz Fernando Verrissimo

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

IDADE MÉDIA

Idade Média nos livros didáticos
Érica Alves da Silva*Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
Introdução
O tratamento do período medieval nos livros didáticos têm se transformado diante das reorientações vividas pela historiografia. Isso nega a idéia de que este ou qualquer período da história possa ser denominado "Idade das Trevas".
Entretanto, o professor ainda encontra dificuldades em trabalhar esse tema quando pede aos alunos o desenvolvimento de pesquisas extra-classe para complementação dos trabalhos desenvolvidos em sala de aula.
Tais dificuldades se devem ao fato de não se dominarem todos os materiais que os alunos podem usar como fonte para construção do conhecimento. A idéia desta aula é fazer um caminho "inverso", ir à biblioteca da escola com seus alunos a procura de materiais que possam comprovar essa reorientação da historiografia de modo que eles construam com autonomia seus próprios questionamentos.
Objetivos
1) Tratamento do livro didático como fonte.
2) Reconhecimento da produção cultural, intelectual, econômica da Idade Média - negação da idéia de "Idade das Trevas".
3) Desenvolvimento de habilidades para pesquisa.
Estratégia
1) Antes da aula, é importante que os principais conceitos em relação à Idade Média, ou ao recorte que se deseja trabalhar, já tenham sido desenvolvidos com seus alunos. Somente depois disso, poderão ser avaliados os livros didáticos, usando as habilidades e competências pautadas em referenciais historiográficos.
2) Em sala de aula, problematize aspectos do período medieval, escolha um tema específico para os alunos pesquisarem como ele se apresenta nos livros didáticos. Oriente os alunos para buscarem dois livros didáticos: um mais "antigo" e outro mais "recente". Desse modo, provavelmente, será possível trabalhar com as reorientações conceituais presentes e ainda os juízos de valores presentes em alguns materiais que descrevem esse contexto histórico como desprovido de desenvolvimento, atrasado, etc.
Observação: um aspecto interessante para análise são os avanços na agricultura, por meio do desenvolvimento das técnicas, como o uso do sistema de rotação trienal, a utilização do arado, novas formas de adubação, etc.
3) Oriente os alunos que efetuem a leitura dos dois materiais e criem um quadro comparativo, no qual escolham expressões usadas para tratar do referido tema. Peça que façam esse quadro em uma cartolina (qualquer tipo de material que possa ser visualizado por todo o grupo - média de 5 alunos).
4) Agora é importante que as análises das equipes sejam socializadas. Peça que o grupo escolha dois representantes, um deles deve apresentar uma síntese sobre o historiador ou historiadores responsáveis pelo material didático e ainda a época em que o livro foi escrito. Nesse momento, é fundamental serem efetuadas intervenções demonstrando o quanto a época da produção do material didático é relevante para sua análise. Essa demonstração fará com que não haja um certo "maniqueísmo" nas análises dos livros, um aparecendo como "ideal" e outro como material "ruim".
5) Já o segundo representante deve apresentar o cartaz produzido para a sala chamando atenção para as principais semelhanças e diferenças entre os dois livros didáticos. Sensibilize a turma para participar, comparando os materiais que analisaram mesmo que isto antecipe parte de sua apresentação. 6) Depois de todas as apresentações faça uma retomada do que foi discutido e se necessário for faça algumas "correções" conceituais.
Atividades
1) Formule uma série de questões referentes ao conteúdo, aos conceitos e ao tratamento dos documentos em história. Cada uma delas deve ter no mínimo três alternativas e ainda uma pequena justificativa/explicação da resposta que deve ser escolhida.
2) Divida a sala em duas grandes equipes e desenvolva uma espécie de gincana com os conteúdos trabalhados durante os estudos do período medieval e também quanto aos conceitos desenvolvidos durante seu estudo.
Observação: Antes de iniciar o jogo, defina com o grupo as regras e qual seria a premiação da equipe vencedora, deixe que o grupo se coloque em relação a isso porque, dessa maneira, estabelecem o que acreditam ser prioridade.
Sugestões
Se o tempo para o desenvolvimento do trabalho for escasso faça uma pré-seleção dos livros na biblioteca da escola. Assim ficará mais fácil o acompanhamento dos textos cuja a análise foi efetuada por esta ou aquela equipe.
Érica Alves da Silva é historiadora.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Atividade lúdica


Trabalhar conceitos econômicos em sala de aula, principalmente em turmas de quinta e sexta séries é sempre uma tarefa difícil. É um conteúdo dotado de conceitos que dificilmente fazem parte do vocabulário de nossos alunos.
Uma ótima saída é utilizar-se do lúdico para atrair a atenção e o interesse dos alunos para um aprendizado tipicamente teórico.
Atividade: Aprender termos como balança comercial favorável, deficit e superavit, conceitos tão ouvidos em telejornais e que a grande maioria da população desconhece, pode tornar-se mais fácil com a ajuda de um material muito concreto. Uma balança pode auxiliar o professor na explicação desses conceitos.
Com a balança em sala de aula, o professor deve colocar uma etiqueta em cada prato da balança representando de um lado a exportação e de outro a importação. Com o auxílio de algumas moedas pode mostrar para os alunos os seguintes conceitos: o peso da importação e o peso da exportação. Um maior número de moedas no prato da exportação vai fazer com que a balança pese mais para este lado , o que vai representar um ganho maior que uma perda, ou seja, superavit. Ao contrário, teremos um deficit.
Os próprios alunos podem usar a balança para calcular as perdas e os ganhos de suas mesadas, fazendo um paralelo com a economia nacional. Podemos fazer ainda um paralelo passado-presente entre o mercantilismo e o modelo capitalista atual. Trabalhando com Educação de Jovens e Adultos, os alunos podem fazer os cálculos utilizando os seus salários e os gastos mensais.

Capitanias Hereditárias




Hoje em dia, quando estudamos as Capitanias Hereditárias, não temos como objetivo a decoreba de todos os nomes e seus donatários. Porém, este assunto pode continuar sendo abordado em Sala de Aula, de uma maneira mais prazerosa. Para tal, criei o jogo chamado Leilão das Capitanias, fazendo com que nossos alunos criem interesse em estudar , pesquisar e analisar esse assunto de forma dinâmica e divertida.
Atividade: A turma deve ser dividida em pequenos grupo. Cada grupo terá um aluno que ficará com a responsabilidade de leiloeiro e o restante serão os compradores. Os alunos receberão seus respectivos dinheiros (falsos) no mesmo valor, e precisarão administrar essa quantia. O jogo consiste em dar lances para comprar as Capitanias, fazendo as compras da maneira que acha mais conveniente. Quando todas as Capitanias forem vendidas, o professor deve estimular os alunos a pesquisarem as características históricas da Capitania que adquiriu para saber se ela prosperou e ainda para saber como funcionava o sistema de Capitanias Hereditárias, afim de que possa administrá-la.
O professor consegue assim, estimular a pesquisa em Sala de Aula, fugindo das cópias e decorebas, criando um vínculo entre o aluno e o conteúdo estudado. Pode-se estender ainda o conteúdo instigando o aluno a pesquisar sobre a maneira como as Capitanias eram conduzidas e o que eles acham sobre a propriedade privada estabelecendo um paralelo com a atualidade.
Fonte. Acesso: 28/12/2008.



Uma atividade simples, de pequena contribuição pedagógica, porém ajuda o professor a atrair a atenção dos alunos para os assuntos referentes aos conteúdos trabalhados em Sala de Aula. A aula de História precisa tornar-se um espaço de gostosa convivência, levando em conta que alunos de 5º e 6º séries ainda são crianças e são atraídos por jogos e brincadeiras. É fundamental que o professor de História utilize-se desses artifícios para incentivar o aluno a pensar e construir seu próprio conhecimento.

Atividade: Reproduza um mapa do mundo, destacando os países "Brasil e Portugal". Com a tesoura, abra uma fenda entre esses países, faça um encaixe com papel e, com dobradura, construa a miniatura de um barco. Dessa forma o barco fará o trajeto entre Brasil e Portugal. O professor pode utilizar esse modelo, pedindo que os alunos coloquem no barco o que era carregado, qual sua origem e seu destino, como era realizada essa relação política-econômica. Quem era beneficiado ou prejudicado. O modelo pode ser feito individualmente pelos alunos ou o professor pode construir um modelo maior para ser utilizado coletivamente.
Fonte. Acesso: 28/12/2008.

Atividade lúdica


Jogo de trilha
Os jogos de trilha ainda são muito utilizados nas Salas de Aula e, quando bem formulados, possuem um caráter pedagógico considerável. Inúmeros livros com métodos pedagógicos trazem variados exemplos de modelos e aplicações do jogo de trilha. Apesar de jogos na área de História serem escassos, podemos adaptar jogos de trilha e transformá-los em um rico instrumento para o ensino de História.
Atividade: elaborei um jogo de trilha, cujo tema é Inconfidência Mineira. Para elaborar este jogo, o professor precisa construir uma seqüência numérica distribuindo no decorrer desta algumas tarefas a serem cumpridas. Essas tarefas precisam envolver o tema proposto e, para tal, o professor precisa transportar o aluno para a época do ocorrido. Coloco como exemplo o jogo citado anteriormente.
Fonte. Acesso: 29/12/2008.

LINHA DO TEMPO 1


Linha de tempo móvel
Nós, professores de História, encontramos grande dificuldade em explanar a idéias de tempo histórico e cronológico para nossos alunos. É muito difícil fazer com que nossos alunos entendam diferentes épocas, fazendo ainda uma relação entre elas. Como uma forma de aproximar estes tempos e fazer com que o aluno estabeleça relações entre passado-presente, nasceu a linha de tempo móvel. A idéia principal é não somente apresentar para nossos alunos as diferenças temporais, mas sim, mostrar que a história é composta por acontecimentos que se relacionam e que tornam seu estudo mais significativo. Serve portanto, para que o professor possa relacionar acontecimentos atuais e os conteúdos que serão trabalhados.Atividade: Construa uma linha de tempo com uma folha de papel color set e, ao invés de uma linha comum, deixe neste espaço uma cavidade. Cole um papel atrás para que essa cavidade tenha um fundo. Contrua com papel cartaz alguns carrinhos que possas ser encaixados nessa cavidade e movam-se pela mesma (conforme foto). Em cada carrinho deve conter uma data diferente referente a um conhecimento histórico que possa ser relacionado aos demais. Em uma ficha separada, o professor deve escrever algo referente aquela data, também relacionando os três carrinhos.
Exemplo:
.Séc. XVIII. Voltaire: Não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las.
.Década de 60: Ditadura militar.
.2007. Hugo Chaves fecha a rede de televisão na Venezuela.A idéia é que o professor, através da linha móvel possa fazer relações entre três acontecimentos distintos e de épocas diferenciadas, mostrando a proximidade entre todas. Pode-se ainda utilizar na linha de tempo imagem, música, etc.
Coloquei plástico nos carrinhos de forma que as datas possam ser trocadas, aproveitando a linha de tempo para várias aulas diferentes.
Fonte. Acesso: 30/12/2008

África


África-América
Trago como sugestão uma possibilidade para trabalhar a História da África, desmistificando a idéia inicial que as pessoas possuem em relação ao continente e instigando a curiosidade dos educandos para conhecer um pouco mais sobre as características culturais, políticas, econômicas e geográficas do continente africano.
Atividade: Crie um painel dividindo-o em duas partes: uma delas intitulada África e outra América. Entre essas duas partes (conforme foto) coloque imagens referentes a ambos continentes. Atrás de cada foto e nas metades relacionadas a cada continente, coloque velcro para que os alunos possam fixá-las. Peça para que os alunos tirem as imagens do centro e coloque do lado do painel de acordo com o local que a imagem pertence, África ou América. Após o término dessa etapa da atividade, o professor deve indagar o aluno sobre os motivos que o fizeram colocar aquelas figuras em cada lado. Logo depois, revele o resultado e convide os alunos a pesquisarem onde cada lugar se localiza, suas culturas, ou onde surgiu e a que se refere cada imagem, abrindo, portanto caminhos para uma pesquisa mais aprofundada sobre o continente africano.

Fonte. Acesso: 30/12/2008

Atividade lúdica

Troca de cartas - portugueses e índios
A troca de cartas é uma forma de estimular o debate em sala de aula, fazer com que o aluno perceba que um acontecimento possui vários pontos de vista e transportar o aluno para a história estudada, transformando-o em personagem no estudo de diferentes épocas.Atividade: Divida a turma em dois grupos. O primeiro grupo representará os índios e o segundo grupo representará os portugueses. Em seguida trabalhe com os alunos a chegada dos portugueses ao Brasil, enfatizando o choque cultural ocorrido no encontro entre portugueses e índios. Logo após, peça para que o grupo de portugueses escrevam uma carta se referindo aos índios, ressaltando os aspectos percebidos em relação a estes, e descubram uma maneira de chegar até as terras encontradas. Faça o mesmo com o grupo dos índios em relação aos portugueses. É importante que o aluno faça com que o aluno compreenda que o mesmo fato histórico pode ter diversas interpretações e diferentes pontos de vista, para que, este aluno possa contruir seus conhecimentos de acordo com reflexões próprias.