Vida de professor da rede pública

Súplica Cearense

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

AULAS NO CINEMA


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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Dicas para estudar melhor
1. Participe da aula, preste atenção, tome nota e não tenha vergonha de fazer perguntas.
2. Monte um plano de estudo, prevendo o que vai estudar ao longo da semana.
3. Faça as lições de casa no dia e deixe um tempo para revisar o que aprendeu na aula.
4. Estude no horário em que está mais atento e disposto. Não deixe para as horas em que tem sono ou está cansado.
5. Descubra qual técnica de memorização funciona para você: falar em voz alta, fazer resumos, montar esquemas, exercícios, dramatização ou estudar em grupo.
6. Procure outras referências sobre o assunto que está aprendendo para ampliar seus conhecimentos, como livros, revistas e filmes.
7. Aproxime-se de um professor, pesquisador ou profissional que domine o assunto de seu interesse.
8. Tenha o hábito de refazer os exercícios que errou nas provas e entenda por que errou.
9. Prepare na véspera o material da escola. Verifique os cadernos e livros de que vai precisar e se todas as lições estão feitas.
10. Reconheça seus pontos fortes e fracos, as áreas em que tem mais habilidade.
Veja, ed. especial, julho 2003.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Como ler uma imagem.

Esta imagem é uma reprodução de gravuras medievais européias, que registravam as técnicas de tortura praticadas durante a inquisição, por volta do século IV da nossa era. Analise a figura e responda:

1. Quem é o público alvo dessa mensagem?
2. Qual é a intenção do autor dessa mensagem?
3. Que elementos da mensagem indicam as intenções do autor e as expectativas do público?
4. O modo como eu leio a mensagem é igual ou diferente do modo como o público alvo original a leu?
5. Quais são as diferenças entre o repertório do público alvo dessa mensagem e o meu?
6. Quais elementos específicos dessa mensagem a fazem tão estranha para o meu repertório?
7. Por que esses elementos são estranhos para mim?

Fonte. Acesso: 21/12/2008. (modificada)
http://midiaeduc.zip.net/arch2007-04-01_2007-04-30.html

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Projetos

Como montar um projeto.

TÍTULO: Nome da pesquisa (pode ser mudado no decorrer do processo). Mas serve, de início, como uma síntese de idéias para guiar o trabalho.
OBJETIVO: É a contribuição que o grupo quer dar ao conhecimento daquele tema. Tem a função de balizar a turma na hora de selecionar dados que devem ser pesquisados.
JUSTIFICATIVA: É a defesa que se faz do projeto. Nela, deve constar a importância do tema escolhido e a relevância do trabalho para as pessoas envolvidas e para a sociedade como um todo.
METODOLOGIA: É o modo de obtenção dos dados que sustentam a sua pesquisa. Indica os suportes principais que devem ser buscadas as informações.
PRODUTO FINAL: É como a sua pesquisa será apresentada. Qualquer que seja a escolha, é importante que o produto venha acompanhado de algum tipo de registro escrito.

PASSO-A-PASSO DO TRABALHO
1 DEFINIÇÃO DE TEMA E OBJETIVO.
2 PESQUISA DE DADOS.
3 AMPLIAÇÃO DA PESQUISA.
4 FICHAMENTO DAS INFORMAÇÕES. A seleção dos trechos mais significativos de cada fonte pesquisada. Dados que sirvam aos objetivos da pesquisa.
5 APRESENTAÇÃO DO TRABALHO.
Fonte: Revista Nova Escola. n° 218, dezembro 2008.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Como fazer esquemas.

Para organizares um esquema precisa de:
-Definir as ideias principais.
-Definir as ideias secundárias que estão ligada a cada uma delas.
-Escolher uma palavra ou frase curta que transmita cada uma dessas ideias.
-Escolher uma forma gráfica que contenha todas essas palavras-chave e mostre a relação entre elas.


Vantagens dos esquemas:
Para fazeres um bom esquema, tens de ter compreendido bem toda a matéria.
Permitem apresentar muita matéria e relacioná-la, facilitando as revisões.
Mostram a relação lógica e hierárquica entre as várias ideias.
Dão uma imagem visual da matéria e da sua organização.

Como elaborar um resumo. Orientações.

Para a compreensão de um texto, composto de palavras, frases, parágrafos, períodos e orações é necessário identificar as idéias acessórias, as idéias principais e as idéias centrais de cada parágrafo (supondo-se que quem escreveu o texto também saiba escrever, de acordo com a língua culta de seu país).
- Acessórias são as idéias dispensáveis à compreensão do(s) enunciado(s).
- Principais são as idéias indispensáveis à compreensão do(s) enunciado(s).
- Centrais são a síntese das idéias principais.
1 – Enumere sucessivamente todos os parágrafos, independente de títulos e subtítulos do texto (1, 2, 3, 4, 5...).
2 – Extraia de cada parágrafo:
a) as idéias acessórias
b) as idéias principais
c) as idéias centrais
3 – Descarte as idéias acessórias.
4 - Agrupe as idéias centrais, retirando-as da apresentação em tópicos, e transforme-as num texto único, de sentido completo. Este texto, formado com as idéias centrais (do autor do texto), é o Resumo informativo ou analítico.
Resumo informativo ou analítico contém as informações fundamentais contidas num texto, dispensando-lhe a leitura imediata; em periódicos científicos este resumo contém objeto de estudo, proposições ou pressupostos, marco ou referencial teórico, objetivos, metodologia, resultados e conclusões.Resumo indicativo ou descritivo descreve a natureza, a forma e o objetivo do texto escrito cujo conteúdo não pode ser apresentado abreviadamente; portanto, a leitura do texto completo é indispensável.
Carlos FernandesPublicado no Recanto das Letras em 28/08/2007
RESUMO INFORMATIVO Instruções para elaboração
Texto extraído do site: http://www.cfh.ufsc.br/~pduarte/fagresu.html. em 08⁄12⁄2008
Ao longo do ano letivo, serão distribuídos diversos textos, para os quais cada aluno irá elaborar um resumo que deverá respeitar as seguintes orientações:
O resumo deve conter em torno de 500 palavras, como no exemplo apresentado a seguir (A Reforma do Planeta Marte).
Datilografar ou digitar. OBS: Ao digitar, usar fonte "Times New Roman" e tamanho "10 ou 12".
Fazer o resumo num só parágrafo e usar espaço simples.
Não deve ser usado nenhum tipo de capa.
Limitar-se apenas ao texto lido (não se deve incluir assuntos que não estejam contidos no texto original).
O resumo é do tipo "informativo" e não "crítico", ou seja, deve-se priorizar a informação e não o valor ou a qualidade da informação.

O RESUMO DEVE SEGUIR ESTE MODELO:
o Nome do aluno em destaque no alto da folha
o Identificação da escola, disciplina
o Título (original) do texto lido
o Nome do autor do texto
o Identificação da fonte
o Mensagem principal (idéia central) contida no texto Resumo
E X E M P L O
ALUNO: PÔNCIO PILATOS DOS SANTOS Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Filosofia e Ciências Humanas Departamento de Geociências Curso de Geografia GCN 5101 - Fundamentos de Astronomia e Geodésia
Título do texto: A reforma do planeta Marte Autor: Frederick Turner Fonte: Revista Superinteressante n° 7, julho de 1991, p. 18-24 Mensagem principal: Transformar Marte num planeta capaz de vir a ser habitado futuramente pelos seres humanos.
RESUMO
Um dos projetos mais ousados e ao mesmo tempo mais cativantes propõe nada menos que reconstruir o planeta Marte, isto é, moldar seus recursos naturais, a ponto de torná-lo menos hostil à sobrevivência do homem. Na Terra, ocorreram muitas transformações até que a vida que conhecemos surgisse. O hidrogênio gasoso combinou-se com o oxigênio para formar água: foi dessa maneira que surgiu a maior parte da água dos oceanos terrestres. Se tantas transformações ocorreram na Terra por meios biológicos, não poderia também acontecer em Marte? Os céticos poderiam insistir, dizendo que nenhum organismo terrestre contemporâneo sobreviveria muito tempo em Marte. Mas a questão da água poderia ser resolvida a partir das pequenas reservas de vapor existentes na atmosfera e conhecidas desde o pouso da nave americana Viking I, em meados da década de 70. Análises detalhadas da atmosfera indicam que a pressão atmosférica em Marte já foi alta o bastante para liquefazer a água. Um fato essencial é a cor da superfície marciana: se o solo ficar mais escuro, refletirá menos luz e elevará a temperatura do planeta. O calor, em seguida, libertaria gases atualmente congelados e contribuiria para aumentar a pressão do ar, facilitando o livre curso da água sobre o solo. O impacto dos meteoros artificiais também aqueceria rochas mais profundas e isso talvez faça ressuscitar o extinto Vulcão Olympus Mons. Mesmo se apenas uma fração dos gases liberados por tal impacto permanecesse na atmosfera marciana, seria o suficiente para aumentar consideravelmente sua pressão e temperatura e enchê-la de vida. Muitas das mudanças necessárias em Marte poderiam surgir pelo emprego da nanotecnologia, por meio da qual podem-se forjar estruturas microscópicas na superfície dos metais. Os nanotecnólogos seriam incumbidos de projetar microfábricas químicas para extrair minerais e gases úteis do solo de Marte. Vamos supor, no entanto, que se possa criar um ambiente controlado, análogo ao de Marte, de tal modo que as formas marcianas de vida pudessem engendrar-se a si mesmas. Os biólogos, de fato, já estão tentando exprimir a genética dos organismos na forma de programas de computador. A luta pela sobrevivência selecionaria determinadas características dos organismos, cada vez mais velozmente, de geração em geração. Surgiriam, assim, os organismos adaptados para viver em Marte. Nessa seqüência, o primeiro objetivo seria extrair dióxido de carbono da atmosfera e do solo rochoso. Junto com a água, liquefeita pelo calor adicional, substâncias constituiriam um ambiente parecido com o da Terra. Em apenas quarenta anos, o trabalho de jardinagem planetária imaginado pelo escritor Frederick Turner terá tornado Marte um agradável lugar. Em alguns pontos de Marte, a cor do céu tende ao púrpura. A bela cor vermelha de Marte, associada ao sangue, talvez explique por que gregos e romanos o tinham na conta de deus da guerra e pode, também, ter ajudado a transformá-lo em um mito. Marte, mais do que qualquer outro planeta, é bastante parecido com a Terra. Está apenas 50% mais distante do Sol do que a Terra e seu ano dura aproximadamente o dobro do ano terrestre.