Vida de professor da rede pública

Súplica Cearense

sábado, 4 de julho de 2009

D. João VI - Canal Futura

"Com 12 episódios de curta-duração, a série Dom João no Brasil é baseada no livro de história em quadrinhos Dom João Carioca - a Corte no Brasil, escrito pela historiadora Lilia Schwarcz e pelo desenhista Spacca. A série usa recursos de animação para contar a saída da família de Portugal, narrar a viagem pelo Atlântico e retratar seu cotidiano no Rio. Os simpáticos personagens da cartunista Spacca freqüentam as festas e rituais da Corte, participam das missões artísticas e científicas, dos casamentos e coroações e também de episódios históricos como a Rebelião do Porto, em Portugal."
Os vídeos foram retirados da página do Canal Futura no YouTube.
Episódio 1
Episódio 2
Episódio 3
Episódio 4
Episódio 5
Episódio 6
Episódio 7

Para quem vai fazer UFRJ.

O que é Filosofia?
A Filosofia é um ramo do conhecimento que pode ser caracterizado de três modos: seja pelos conteúdos ou temas tratados, seja pela função que exerce na cultura, seja pela forma como trata tais temas. Com relação aos conteúdos, contemporaneamente, a Filosofia trata de conceitos tais como bem, beleza, justiça, verdade. Mas, nem sempre a Filosofia tratou de temas selecionados, como os indicados acima. No começo, na Grécia, a Filosofia tratava de todos os temas, já que até o séc. XIX não havia uma separação entre ciência e filosofia. Assim, na Grécia, a Filosofia incorporava todo o saber. No entanto, a Filosofia inaugurou um modo novo de tratamento dos temas a que passa a se dedicar, determinando uma mudança na forma de conhecimento do mundo até então vigente. Isto pode ser verificado a partir de uma análise da assim considerada primeira proposição filosófica.Se dermos crédito a Nietzsche, a primeira proposição filosófica foi aquela enunciada por Tales, a saber, que a água é o princípio de todas as coisas [Aristóteles. Metafísica, I, 3].Cabe perguntar o que haveria de filosófico na proposição de Tales. Muitos ensaiaram uma resposta a esta questão. Hegel, por exemplo, afirma: "com ela a Filosofia começa, porque através dela chega à consciência de que o um é a essência, o verdadeiro, o único que é em si e para si. Começa aqui um distanciar-se daquilo que é a nossa percepção sensível". Segundo Hegel, o filosófico aqui é o encontro do universal, a água, ou seja, um único como verdadeiro. Nietzsche, por sua vez, afirma: "a filosofia grega parece começar com uma idéia absurda, com a proposição: a água é a origem e a matiz de todas as coisas. Será mesmo necessário deter-nos nela e levá-la a sério? Sim, e por três razões: em primeiro lugar, porque essa proposição enuncia algo sobre a origem das coisas; em segundo lugar, porque o faz sem imagem e fabulação; e, enfim, em terceiro lugar, porque nela, embora apenas em estado de crisália [sic], está contido o pensamento: ‘Tudo é um’. A razão citada em primeiro lugar deixa Tales ainda em comunidade com os religiosos e supersticiosos, a segunda o tira dessa sociedade e no-lo mostra como investigador da natureza, mas, em virtude da terceira, Tales se torna o primeiro filósofo grego".
Trecho extraído de artigo redigido pelo Prof. Dr. Delamar José Volpato Dutra [UFSC/CNPq]. Disponível em http://www.cfh.ufsc.br/~wfil/delamar1.htm
Fonte: http://leiturasdahistoria.uol.com.br/ESFI/Edicoes/0/artigo66349-1.asp

REFORMA DO ENSINO MÉDIO.

Conselho de Educação aprova reforma do ensino médio.
O CNE define um currículo mínimo e as diretrizes nacionais, que mostram o que um estudante precisa saberAgência Estado
O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, por unanimidade, a mudança na estrutura do ensino médio. As novas diretrizes preveem uma ampliação da carga horária das atuais 2.400 horas para 3 mil horas por ano, um currículo organizado em torno de quatro eixos - trabalho, ciência, tecnologia e cultura - e com 20% de horas-aula dedicadas a disciplinas livres, que podem ir desde aulas extras de matemática ou português, até teatro, música, artes ou esportes.
As mudanças, no entanto, não valem imediatamente para todos. No início, cerca de 100 escolas em todo o País deverão ser beneficiadas com novos projetos e recursos para implementá-los. "O MEC deverá abrir, ainda no segundo semestre deste ano, um edital para novos projetos dentro dessa proposta de ensino médio inovador. Já temos no orçamento entre R$ 50 milhões e R$ 100 milhões para ajudar os Estados nessa mudança", disse o ministro da Educação, Fernando Haddad.
O MEC não tem o poder de definir a estrutura do ensino médio, uma atribuição dos Estados.
Nacionalmente, o CNE define um currículo mínimo e as diretrizes nacionais, que mostram aquilo que um estudante precisa saber depois de três anos de estudo. As mudanças nas diretrizes, propostas inicialmente pelo ministério, pretendem, no entanto, tirar da inércia o atual modelo, dividido em disciplinas rígidas e com muita decoreba e pouca prática, e torná-lo mais interessante para os jovens.
"A linha mestra é tornar o sistema mais flexível, mas a adesão deve ser espontânea. Isso é importante até porque será uma mudança de cultura", afirmou o vice-presidente da Câmara Básica do CNE, Mozart Ramos Neves. A divisão das horas passadas em sala de aula não precisarão mais ser em disciplinas rígidas. Ao contrário, o CNE pretende que haja mais interdisciplinaridade.
Ao mesmo tempo, os alunos terão direito a formatar o seu currículo com algo mais próximo ao que desejam estudar - por exemplo, acrescentar mais biologia e química se pretendem seguir carreira na área de saúde.
O edital que está sendo preparado pelo MEC não exclui propostas de mudanças que já estejam em andamento nos Estados, mas exigem que elas sigam os pontos determinados nessas novas diretrizes. Uma comissão do ministério vai analisar as propostas apresentadas pelos Estados e determinar aquelas que podem receber recursos.
As piores
Um dos pontos que o ministério deverá levar em conta, além das diretrizes, é que os projetos deverão ser implementados nas 100 escolas com piores resultados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Seria uma forma de recuperar escolas hoje em situação precária. Hoje, essas 100 piores estão em todas as regiões e se espalham por 19 dos 27 Estados. As médias no Enem não passam de 36 pontos em um total de 100.
Atualmente, o ensino médio tem a maior taxa de evasão da educação básica. Entre 2005 e 2007, 661 mil estudantes abandonaram a escola. Entre 2004 e 2006 o número total de matriculados nas três séries caiu 2,9%, apesar de apenas 44% dos jovens de 15 a 17 anos, a idade correta, estarem matriculados no ensino médio.
Brasil
Mito do complô judaico-comunista ajudou na implantação do Estado NovoDe acordo com uma pesquisa realizada na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciência Humanas (FFLCH) da USP, na Era Vargas, esse mito foi usado como um dispositivo de poder para a implantação do Estado Novo por meio do Plano Cohen Agência USP de Notícias
O mito da existência de uma conspiração judaico-comunista de domínio da sociedade brasileira persistiu no imaginário nacional durante muito tempo. De acordo com uma pesquisa realizada na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciência Humanas (FFLCH) da USP, na Era Vargas, esse mito foi usado como um dispositivo de poder para a implantação do Estado Novo por meio do Plano Cohen. "O Plano Cohen consistiu num documento de 1936 escrito por um capitão integralista do exército, membro do serviço secreto, e que teve como objetivo simular uma tomada de poder pelos comunistas através de uma revolução", conta a autora da pesquisa, a historiadora Taciana Wiazovski. A autora fez uma comparação dos argumentos no Plano Cohen com a obra "Protocolos dos Sábios de Sião", entendendo que o primeiro pode ter influenciado o segundo. "Se a obra "Protocolos de Sábios de Sião" forja a intenção de os judeus dominarem o mundo, o Plano Cohen apresenta, também de maneira forjada, a mesma intenção dos comunistas no Brasil", conta Taciana, lembrando que Cohen é um nome de origem judaica. Taciana explica que os "Protocolos" são considerados um dos maiores "blefes" da história. Trata-se de um documento forjado que mostra o plano de dominação secreta do mundo pelos judeus. O texto é originário da Rússia czarista. Foi escrito por Sergei Nilus, funcionário do Sínodo - uma entidade paraestatal russa -, e foi baseado numa sátira escrita em 1864 por Maurice Joly contra Napoleão III. Foi publicado pela primeira vez na Rússia em 1905. "O livro influenciou Adolf Hitler a escrever Mein Kampf", comenta. De acordo com a pesquisadora, "Protocolos dos Sábios de Sião" narra um suposto encontro entre os sábios das 12 tribos de Israel que debatem como irão dominar o mundo por intermédio dos meios de comunicação e de outras instituições.
Obras anti-semitas Segundo Taciana, o mito judaico-comunista começou a ser divulgado no Brasil a partir do início do século XX, por meio, principalmente, da revista Vozes de Petrópolis fundada por alemães franciscanos e produzida por intelectuais ligados à Igreja Católica. A idéia da publicação era levar à sociedade os conceitos de uma "boa imprensa", associada a valores católicos. "Para eles, os meios de comunicação eram dominados por judeus", aponta. Outra publicação que ajudou a difundir o mito foi a Revista Ordem, produzida por intelectuais brasileiros como Hamilton Nogueira, Jackson de Figueiredo Martins, Tristão de Athaíde, entre outros. "Há ainda o livro 'Servos do Talmud', de 1948, do intelectual Luis Amaral, um especialista em questões agrárias, que faz duras críticas ao Sionismo e reproduz chavões anti-semitas ao longo de seu texto." A Vozes de Petrópolis era a representante brasileira do movimento mundial criado dentro da Igreja Católica para fortalecimento da imagem da instituição religiosa. Apesar da linha editorial voltada para a cultura, com artigos sobre música, teatro e até um dicionário de tupi, a revista publicava vasto material anti-semita, incluindo resenhas da obra "Protocolo de Sábios de Sião", citada e resenhada pela primeira vez no Brasil em 1919. Ambas as revistas eram produzidas no estado do Rio de Janeiro e traduziam e publicavam textos anti-semitas de periódicos europeus, principalmente franceses. "Ao mesmo tempo em que era feita uma 'diabolização' dos judeus, eles também eram colocados como potenciais inimigos, ao lado da maçonaria, do protestantismo, do espiritismo, do socialismo, do modernismo, do ateísmo e do positivismo", conta Taciana. "Muitos textos se referiam aos judeus de maneira indireta como, por exemplo, 'aqueles que assassinaram o coroado de espinhos' ", exemplifica. Outro fator que ajudou na manutenção do mito judaico-comunista foi o fato de a primeira expressão do partido comunista da Rússia, o BUND, ter sido criada por operários judeus. "Eles também eram muito associados a partidos de esquerda e às vezes apenas o fato de serem imigrantes do leste europeu já os transformavam em comunistas, por causa da Revolução de 1917", lembra Taciana. A pesquisadora conta que, com o passar do tempo, o mito acabou chegando aos corredores do Departamento Estadual de Ordem Política e Social do Estado de São Paulo (DEOPS) onde a Polícia Política de Getúlio Vargas confundia associações judaicas de auxílio para refugiados de guerra com associações comunistas. "Até escolas de crianças foram alvo de investigação."
Sionismo Taciana lembra que esta Polícia foi criada em 1924 para investigar estrangeiros residentes no País por conta das ideologias que traziam de seus países de origem. No livro "Servos do Talmud", Luiz Amaral cita vários autores anti-semitas. O autor também associa o movimento sionista ao fanatismo. Ele acreditava que o Estado de Israel funcionaria como um centro irradiador do comunismo e da idéia de que eles queriam o domínio mundial. A Polícia Política vai usar essa associação para perseguir os judeus no Brasil sob a acusação de 'comunismo'. Além de pesquisar exemplares das revistas e de outras publicações anti-semitas do período, Taciana também analisou arquivos do DEOPS, onde pesquisou prontuários de judeus presos e os dossiês sobre sionismo, sobre associações estrangeiras e o do Centro de Cultura e Progresso de São Paulo, que reunia judeus de esquerda.

Fonte: http://leiturasdahistoria.uol.com.br/ESLH/Edicoes/0/mito-do-complo-judaico-comunista-ajudou-na-implantacao-do-estado-novo-143043-1.asp

CRISE DE 1929

Material para utilização em aula sobre a Crise de 29.
http://www.esnips.com/doc/d99c9f38-507d-4c63-bbbe-2633fc3681dd/A-CRISE-DE-1929

AULA: OS REGIMES TOTALITÁRIOS

Aula apresentada no dia 2 de Julho para os alunos do 2° Ano do Ensino Médio do Colégio Fluminense de Éden.
Para ter acesso a aula é só clicar no URL abaixo.
Obs. Utilize como aula de revisão.
Apresentação em ppt sobre a Crise de 29. Pode ser de grande auxílio no seus estudos de revisão.
Um bom blog, de um estudante paulista, sobre economia e com uma análise da atual crise financeira e a crise de 1929.

domingo, 14 de junho de 2009

Correção. Exercícios 10/06/2009

Colégio Fluminense de Éden
2º Ano.
Exercícios - Data: 10/06/2009
1. Relacione a vida comunitária em Canudos com a reação contrária dos latifundiários.
A vida no arraial era bem diferente da vida do latifúndio, marcada pela miséria do sertanejo. No arraial, seus habitantes dedicavam-se às pequenas plantações, criavam animais para a subsistência e comercializavam o excedente nas cidades próximas, obtendo, em troca, bens que não produziam no arraial. Assim os latifundiários perdiam mão-de-obra e consideravam o arraial um péssimo exemplo.

2. Que características do sertão nordestino propiciaram o aparecimento do cangaço?
A seca, a miséria e a luta pela terra são os principais fatores, segundo um determinado grupo de estudiosos, para o aparecimento do cangaço.

3. Identifique os fatores que ocasionaram a insurreição do Contetsado.
O não favorecimento da ocupação fixa dos sertanejos na região produtora de mate e de exploração de madeira entre o Paraná e Santa Catarina, os maus-tratos e a demissão d trabalhadores das empresas de P. Farquar, além da influ~encia de líders com características religiosas, colaboraram para que houvesse o agrupamento dos sertanejos de orma que contrariasse os interesses dos proprietáriosnrurais da região.