Vida de professor da rede pública

Súplica Cearense

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Tróia IV

Como é que uma guerra travada há mais de 3250 anos atrás ainda pode despertar o interesse do Ocidente? Pois é um fato que o sitio, a pilhagem e o incêndio da poderosa cidade de Tróia, situada na costa oriental do Mar Egeu, talvez tenha sido aquela que, até os dias de hoje, mais atenção despertou de poetas, historiadores, arqueólogos, pensadores e, no nosso século, de cineastas.
Os gregos antigos consideravam-na o mito fundador da unidade cultual deles, porém muitos outros, ao longo dos séculos que se seguiram ao fim do Mundo Clássico, acreditaram que a Guerra de Tróia não passara de um fantasia épica imaginada por um poeta de gênio: Homero (que teria nascido na Grécia Jônica no século VIII a.C.). Seja como for, a história da saga da tomada de Tróia, seus heróis e heroínas, profetizas e deuses, nunca deixou de fascinar aqueles que dela se aproximaram com atenção e curiosidade.
As razões materiais da Guerra de Tróia
Estrategicamente bem localizada, não muito distante do Estreito do Helesponto (hoje Dardanelos), Tróia ou Ílion, como também era conhecida, era um importante centro comercial na Idade Média do Bronze da Era Minóica. Provavelmente sua população original era formada por hititas, visto que naquele tempo eram eles quem ocupavam a atual região da Anatólia turca. Se o continente pertencia ao Império Hitita, povo famoso por ter forjado o ferro, o Mar Egeu à frente dela pertencia à Talassocracia (Talasso = mar, cracia = governo) dos Minóicos, uma antiga e bela civilização que antecedeu a dos gregos.
As escavações arqueológicas mais recentes (as primeiras começaram em 1871), feitas no sítio de Hissarlik, onde se presume que a lendária Tróia tenha sido erguida, datam a fundação dela ao redor do ano de 2.250 a.C. A confirmar-se isso, é de supor-se que ela tenha sido submetida a sitio e destruída pelos heróis gregos mais ou menos mil anos depois disso: entre 1260 a 1250 a.C.
As razões materiais da guerra até hoje são controversas. Sendo uma cidade rica, os tesouros dela (os fabulosos “tesouros de Príamo”, rei da cidade) devem ter atraído a cobiça dos gregos. Possivelmente importaram outros motivos também. Por ser passagem obrigatória dos navios carregados de trigo que vinham do Mar Negro em direção à Grécia, Tróia cobrava tributos por cada barco que singrasse pela sua costa.
Isto, por igual, deve ter irritado os reis gregos que, dados à pratica da pirataria, viram no incidente do rapto de Helena, a rainha de Esparta, motivo suficiente para submeter a famosa cidade à pilhagem. Para o filósofo Hegel, a Guerra de Tróia teve para o gregos antigos o mesmo significado que as Cruzadas para a Cristandade Medieval.
Origem lendária da Guerra de Tróia
Tudo teria começado, a guerra que se estendeu por dez anos, na festa de casamento do rei Peleu, um humano, com Tétis, uma das tantas deusas do mar. Tendo o centauro Quirón oferecido o banquete de núpcias, todos os deuses do Olimpo foram convidados. A exceção, aliás, justificada, foi não terem avisado a Eris, a deusa da Discórdia, excluída do rol dos presentes a festa. Em vista disso, para vingar-se, insinuando-se entre os convivas, ela jogou entre eles uma bela maça de ouro. Nela havia uma inscrição: “à mais bela”. De imediato três deusas lá presentes, Hera, Palas Atenas e Afrodite, quiseram ficar para si com o fruto dourado.
O todo-poderoso Zeus, não querendo envolver-se na celeuma, recomendou às três concorrentes que fossem até o Monte Ida, nas proximidades de Tróia, e pedissem ao jovem Paris, o pastor local (porém filho do rei Príamo), que servisse como árbitro da contenda. Num repente as três deusas apareceram em frente a ele. Que ele logo se decidisse. Cada uma delas prometeu-lhe algo: Hera acenou-lhe com conquistas militares, Atenas com a sabedoria, enquanto Afrodite, a deusa do Amor, prometeu colocar-lhe nos braços a mulher mais bela do mundo: Helena rainha de Esparta. E foi assim que o destino futuro de Tróia foi traçado, visto que a sentença de Páris foi a favor de Afrodite.
Tempos depois, encontrando um pretexto para viajar para Esparta, Paris visitou Helena, e, aproveitando-se da ausência momentânea do marido dela, o rei Menelau, fugiu com ela para Tróia. Para vingar a ofensa que estendeu-se sobre todos os príncipes gregos - comprometidos com um juramento que haviam feito ao rei Tindaro, pai de Helena, na época em que todos eram pretendentes a casarem-se com ela - , eles, estimulados pelas deusas Hera e Palas Atenas, decidiram armar-se e navegar para os lados da grande cidade do litoral do Egeu oriental para resgatarem-na do leito de Pais, o protegido de Afrodite, e repararem a honra ofendida de Menelau.
A expedição contra Tróia
Atendendo a convocação de Agamenon Atreu, rei de Micenas e irmão de Menelau, 69 reis e príncipes gregos, com barcos e homens, reuniram-se no porto de Àulis na Beócia. Dali esperavam que Bóreas soprassem os ventos favoráveis que os levassem para a guerra. Os guerreiros vieram de todas as partes da Hélade: Peneleu trouxe os beócios, os fócios eram chefiados por Esquédio e Epistrofo, e os lócrios seguiam o valoroso Ajax Oileu. Os abantes eram conduzidos por Elefenor, e Melesteu liderava os atenieses, enquanto Diomedes, guerreiro indomável, arrastava consigo os de Argos.
Os da Lacedemônia, região em situava-se Esparta, eram guiados por Menelau, ao tempo em que Anfimaco e Talpio faziam o mesmo com os epeus. Se Agapeor comandava os arcádios, o astucioso Ulisses, rei de Ítaca, ia à frente dos cefalônicos e Toas na dos etólios. Os das ilhas de Creta e de Rodes obedeciam a Idomeneu e a Tleoponemo, enquanto os mirmidões remavam com Aquiles, o mais bravo dos bravos. Os pardácios navegavam com Protesilau (o primeiro dos gregos a morrer na guerra), e logo em seguida a eles estavam os guerreiros de Ferai e de Metone.
Até o infeliz Filoctetes, arqueiro exemplar, que tentava recuperar-se de um ferimento na ilha de Lenos, fora convocado. Os de Trica, de Argissa, Cifo, aumentavam a expedição, até encerrar-se a relação dos chefes e dos povos com Proto, o comandante dos magnetos. No total perfaziam 1.186 embarcações, carregando no seu bojo 50 mil dos mais valentes dos aqueus (como os gregos se chamavam então).
Todavia, uma ventania atroz impedia a partida deles. O adivinho Calcas, convocado na ocasião, interpretou aquilo como uma artimanha da deusa Artemisa para prejudicar os gregos. A única solução, para aplacar-lhe, seria a oferta de um sacrifício humano. Agamenon, o chefe supremo, então tomou a terrível decisão de imolar a sua filha Ifigênia para que amainasse a tempestade e a expedição pudesse prosseguir. O que foi feito.
O sitio a Tróia e as batalhas dos heróis
Durante os dez anos seguintes os gregos, acampados na planície em frente a Tróia, tentaram tomar de assalto a grande cidade. A resistência do rei Príamo e dos seus filhos, especialmente de Heitor, fizeram os sitiantes amargar desastres. Além disso, receberam apoio de uma série de povos vizinhos que os ajudaram a enfrentar os aqueus, tais como os dardânios, os pelasgos, os trácios, os cícones, os mísios, os frigios, os meônios, os carios e os lícios, num total de 15 integrantes da Liga Assawa (que congregava os troianos e seus aliados), oposta à Liga dos Aqueus.
A aventura do resgate de Helena se transformou assim numa guerra de largas proporções, envolvendo a maior parte das tribos e nações que povoavam a Grécia, os arquipélagos do Egeu oriental e as regiões costeiras da Ásia Menor. Os deuses do Olimpo se dividiram. Uma espécie de guerra civil também eclodiu entre eles. Uns apoiando os gregos outros os troianos, sendo que Zeus, o supremo, procurou manter-se como árbitro para evitar os excessos.
Deste modo, a andromaquia (uma luta entre os homens), misturou-se a uma teomaquia (uma disputa entre os deuses). Entre episódios mil, grande duelos foram travados entre Diomedes e Enéias, entre Pátroclo e Heitor e entre este e Aquiles, o herói máximo dos gregos. Em inúmeras ocasiões, os próprios deuses disfarçados, lançando-se em meio ao choque das espadas, participavam ao lado de um ou do outro campo, protegendo os seus favoritos, sendo que, por isso, o destemido Diomedes chegou até a ferir o próprio Ares, o deus da guerra.
O assalto e a pilhagem de Tróia
Cansados daquele cerco sem fim, que se estendia por quase dez anos, escutando o conselho de Ulisses (orientado por Atena), o mais ardiloso dos combatentes, os gregos simularam uma retirada deixando em frente ao portão central de Tróia um enorme cavalo de madeira. Aparentemente seria uma homenagem deles à inquebrantável resistência dos troianos. Pelo menos assim eles o entenderam. Imprevidentes, não dando ouvidos ao que alertara Cassandra, a profetiza, arrastaram o cavalo para dentro da cidade. Foi o fim de Tróia.
À noite, aproveitando-se de que a população dormia estonteada pelos vapores do vinho sorvido na festa da vitória, Ulisses e um grupo seleto de guerreiros desceu de dentro da barriga do cavalo e, abrindo as portas, permitiu que o restante dos gregos entrasse de surpresa na cidade. Deu-se um massacre. Tróia viu-se pilhada e depois incendiada. Toda a família real sucumbiu. Helena, encontrada em meio as ruínas, foi devolvida a Menelau.
Dividido o botim, os chefes gregos trataram de encher os porões dos barcos com o espólio e inflaram as velas de volta para casa. Mas nem todos conseguiram. Ulisses, o responsável pelo estratagema que levou Tróia à perdição, foi punido de maneira exemplar. Os deuses condenaram-no a deambular pelos mares, envolvido em aventuras incríveis, a enfrentar tempestades e naufrágios, a resistir ao canto das perigosas sereias, a escapar de feiticeiras, a lutar contra o ciclope, façanhas nas quais perdeu as naus, os frutos do saque e todos aqueles seus companheiros que o haviam acompanhado na aventura.
Homero, o poeta cego
A história da Guerra de Tróia alcançou a imortalidade devido a um poeta. Os gregos antigos, ao contrário de muitos especialistas que surgiram depois (como o italiano G.Vico e o filósofo alemão C. Wolf), acreditavam que a soberba narrativa da conquista de Ílion e o que se seguiu, resultou dos versos de um rapsodo cego chamado Homero. Vivendo provavelmente no século VIII a.C., ele costumava peregrinar pelas cortes e pelas ágoras, os mercados públicos das polis daquela época, a repetir em estrofes candentes, entusiastas, cosendo os cantos uns nos outros, os memoráveis feitos dos aqueus (também designados como argivos e danaos), antepassados dos gregos.
Segundo o costume, apresentava-se em pé, apoiado num bastão, narrando de memória em voz alta para que todos ouvissem, preservando assim a memória dos combates dos másculos heróis do passado. Teria sido ele o principal responsável por dar uma unidade cultural a todos o povo do continente da Ática, da península do Peloponeso e das ilhas do Mar Egeu de fala grega. Para Hesíodo, foi Homero quem constituiu a “teologia nacional da Grécia”. É consenso hoje que “nenhum poeta, nenhuma personalidade literária ocupou na vida do seu povo um lugar semelhante” (M.I.Finley, 1972).
Epopéia essa que ele narrou em duas obras distintas: a Ilíada (dedicada ao último ano da guerra) e a Odisséia (a narrativa das peripécias de Ulisses, ocorridas depois da guerra). Neles se encontram não só a relação estreita dos homens com os inúmeros deuses, como também a exposição da cosmogonia grega, o que solidificou a posição dos dois poemas como expressão dos ideais de formação dos nobres gregos (Paidéia). Coube, ao que se sabe, ao tirano ateniense Pisístrato, a partir de 561 a.C., mandar compor por um tal de Zenôdoto, tanto a Ilíada como a Odisséia, na forma tal como hoje se as conhece. No total, os dois grandes poemas subdivididos em 24 cantos cada um, perfazem 27.803 versos, sendo até hoje a mais extensa narrativa épica versificada que a literatura ocidental conheceu.
Outras obras
Personagens da Guerra de Tróia, heróis ou sofredores, ainda serviram de inspiração para muitos autores teatrais nos séculos posteriores a Homero. Os grandes trágicos fizeram inúmeras peças tendo como centro a vida daqueles que participaram da expedição ou foram suas vítimas. Ésquilo, na trilogia “Orestíade” (de 458 a.C.), dedicou a primeira parte dela ao retorno do rei Agamenon à Micenas e a morte que sofreu pelas mãos de Clitemnestra, a sua esposa adultera. Sófocles concentrou-se em dois dos guerreiros que lutaram contra Tróia, “Ajax” (de 445 a.C.), que enlouquecido suicidou-se, e “Filoctetes” (de 409 a.C.), o exímio arqueiro ferido de morte e abandonado por todos.
Eurípides, por sua vez, compôs a peça “Hécuba” (de 424 a.C.) para narrar o sofrimento da rainha de Tróia, a esposa de Príamo que viu os filhos morrerem ou serem vendidos como escravos. Ainda dedicou outra a “Helena”(412 a.C.), duas ao brutal destino de Ifigênia, a filha sacrificada de Agamenon (“Ifigênia em Aulis” e em “Tauris”, 414 e 410 a.C.), e uma outra ainda dedicada aos sofrimentos das mulheres de Tróia (“As troianas”, de 413 a.C.)
Na Idade Média, Renascença e século XX
Coube ao trovador francês Benoit de Saint-Maur, inspirado numa antiga Crônica Troiana escrita por dois autores gregos Dares e Dictis, compor , por volta de 1160, um longo poema intitulado Le roman de Troie (O romance de Tróia), com quase 30 mil versos em pares, dando uma conotação feudal à história do cerco e da conquista da cidade de Príamo. Poema que terá enorme difusão nas cortes daquela época.
Seguindo na trilha de explorar temas da decorrentes da Guerra de Tróia, o escritor italiano G. Boccacio escreveu Il Filostrato, em 1335, e G. Chaucer, o patriarca das letras inglesas, compôs um belíssimo poema de 8 mil versos intitulado Troilus and Criseyde, entre 1372-1386, fonte direta em que W.Shakespeare, já na Renascença inglesa, iria beber para compor a sua peça The History of Troylus and Cresseid”, de 1603. Um drama leve, no qual a situação difícil de Tróia serve apenas de pano de fundo para uma historia de amor não correspondido entre Troilo, um dos filhos do rei Príamo, e a bela Criseida.
No século XX, será o escritor irlandês James Joyce quem, inspirando-se na Odisséia de Homero, irá escrever “Ulisses”, de 1922, romance paradigmático da literatura modernista contemporânea. A épica de Homero ainda ajudou a Derek Walcott, um escritor do caribe britânico, a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura em 1992 com seu poema Omeros, de 1990.
As ruínas polêmicas de Tróia
Desde que as primeiras escavações foram feitas no monte Hissarlik, há bem mais de um século atrás, ocasião em que, entre 1871 e 1890, Henrich Schliemann, o primeiro e maior arqueólogo da Alemanha, revelou ao mundo os seus estupendos achados arqueológicos, as ruínas da antiga cidade de Tróia e seus tesouros (das nove Tróias sobrepostas encontradas, a VII teria sido a destruída por uma guerra) não cessaram de provocar intensas discussões e batalhas verbais entre os arqueólogos e demais especialistas e estudiosos.
Originalmente a Escola Helenística Ortodoxa, de estudiosos ingleses e germânicos, desconsiderava a possibilidade de Tróia ter algum dia existido. Atribuíam tudo à fantasia de um grande poeta. A Escola dita Romântica, todavia, sempre manifestou-se pela existência da cidade de Príamo, dando credibilidade total à narrativa de Homero.
A mais recente delas, dessas refregas de arqueólogos, apelidada pela imprensa alemã de a Nova Guerra de Tróia, ocorrida no primeiro semestre de 2002, envolveu dois acadêmicos respeitados: o dr. Manfred Korfmann, que há anos faz pesquisas em Hissarlik, e seu colega Frank Kolb, um professor de História Antiga, ambos docentes da Universidade de Tubinga.
Korfmann anunciara que “Tróia foi muito importante naquela época. Não só existia a cidade-fortaleza (acrópole) como também haviam os bairros baixos da cidade, que abarcavam uns 270 mil m². Portanto, Tróia era várias vezes maior do que a fortaleza conhecida até agora de 11 mil m².” Devido a sua situação geográfica, ela “ocupava uma posição chave como mediadora entre Ocidente e Oriente”. Tese que originalmente fora sustentada pelo filósofo Hegel, morto em 1831, que nunca pôs os pés naquela região.
Kolb acusou-o de tirar conclusões precipitadas, quando não irreais, das escavações e achados feitos recentemente. Para ele, a Tróia que a arqueologia revelara era um estabelecimento de “terceira classe”, estando bem longe de merecer os adjetivos grandiosos usados por Korfmann, tal como haver descoberto uma “Nova Grande Tróia”. Todavia, dando seguimento as escavações, a tese de Korfmann viu-se reforçada pelos novos achados que parecem assegurar que o perímetro de Tróia era bem mais amplo do que se imaginou originalmente.
Bibliografia
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Cook, Robert M . - Os gregos até Alexandre, Lisboa, Editorial Verbo, 1966.
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Rostovtzeff, M. - História da Grécia, Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1973.
Sissa, Giulia e Detienne, Marcel - Os deuses gregos, São Paulo, Cia das Letras, 1990.
Steiner, George - Homero em inglês, in Nenhuma paixão desperdiçada, Rio de Janeiro/São Paulo, Editora Record, 2001.
Fonte: http://educaterra.terra.com.br/voltaire/antiga/2004/05/14/004.htm

Um comentário:

jair e. disse...

Olá. De vez em quando dou uma passada por aqui e vejo referências bibliográficas a Finley, M.I. - O Mundo de Ulisses, Lisboa, Editorial Presença-Martins Fontes, 1972. Este livro é importante e faz tempo que não é reeditado, não? Você teria condições de reproduzir a capa em scanner e postá-lo aqui? Eu ficaria muito grato. Jair