Vida de professor da rede pública

Súplica Cearense

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

ESTUDANTES DA GALÁXIA - GUIA DO ESTUDANTE PARA O ENEM


Material online para se preparar para o ENEM.
Vale acessar, pois é uma forma nova e divertida de analisar os seus conhecimentos para o ENEM.
Fonte: http://www.historiadigital.org/2009/10/game-enem-conhecimentos-graficos.html
Link: http://guiadoestudante.abril.com.br/jogos/guia-estudante-galaxias-488650.shtml
Um abraço e boa diversão.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ditadura civil-militar no Brasil contemporâneo

ATIVIDADE EXTRA
Turmas: 3003 & 3004
A atividade tem como objetivo principal analisar o período ditatorial brasileiro a partir de uma música.
Roteiro:
1) Ouvir a música: Apesar de Você: autoria de Chico Buarque.
Interpretado por Maria Bethânia. Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=7MbA2LjyvQo
2) Ler o capítulo 68. (Tópicos 1, 2 e 3).
3) Relacionar a música ao conteúdo do capítulo. abaixo se encontra, um exemplo de análise.
4) Enviar a resposta via e-mail (wsshist@gmail.com) até o dia 6/11/2009.
5) Valor até 3 pontos.
video
Apesar de Você
Composição: Chico Buarque
Amanhã vai ser outro dia x 3
Hoje você é quem manda
Falou, tá falado
Não tem discussão, não.
A minha gente hoje anda
Falando de lado e olhando pro chão
Viu?
Você que inventou esse Estado
Inventou de inventar
Toda escuridão
Você que inventou o pecado
Esqueceu-se de inventar o perdão
(Coro) Apesar de você
amanhã há de ser outro dia
Eu pergunto a você onde vai se esconder
Da enorme euforia?
Como vai proibir
Quando o galo insistir em cantar?
Água nova brotando
E a gente se amando sem parar
Quando chegar o momento
Esse meu sofrimento
Vou cobrar com juros. Juro!
Todo esse amor reprimido,
Esse grito contido,
Esse samba no escuro
Você que inventou a tristeza
Ora tenha a finezade "desinventar"
Você vai pagar, e é dobrado,
Cada lágrima rolada
Nesse meu penar
(Coro2) Apesar de você
Amanhã há de ser outro dia.
Ainda pago pra ver
O jardim florescer
Qual você não queria
Você vai se amargar
Vendo o dia raiar
Sem lhe pedir licença
E eu vou morrer de rir
E esse dia há de virantes do que você pensa
Apesar de você
(Coro3) Apesar de você
Amanhã há de ser outro dia
Você vai ter que ver
A manhã renascer
E esbanjar poesia
Como vai se explicar
Vendo o céu clarear, de repente,
Impunemente?
Como vai abafar
Nosso coro a cantar,
Na sua frente.
Apesar de você
(Coro4) Apesar de você
Amanhã há de ser outro dia.
Você vai se dar mal, etc e tal,
La, laiá, la laiá, la laiá??
Histórico: No mesmo ano em que a seleção brasileira conquistou o tricampeonato mundial, as torturas e desaparecimentos de pessoas contrárias ao regime do general Médici eram constantes. Chico Buarque fez a letra dirigida exatamente à Médici, e enviou aos censores certo de que não passaria. Passou e foi gravada. O compacto atingia a marca de 100 mil quando um jornal insinuou que a música era uma homenagem ao presidente. A gravadora foi invadida e todas as cópias destruídas. Chico foi chamado a um interrogatório para prestar informações e esclarecer que era o “você” mencionado na música. “É uma mulher muito mandona, muito autoritária”, respondeu. A canção só seria regravada em 1978 num álbum que leva o nome do autor da música.

Análise Musical
Amanhã há de ser outro dia
Por Adriana Ficher e Cleide Castro, 3º ano de Rádio e TV

Por meio de metáforas, Chico Buarque criticava o governo dos militares. No ano em que a canção Apesar de Você foi composta, em 1970, o Brasil vivia uma era de opressão e obscuridade política. Reinava a ditadura militar. A censura nos meios de comunicação, promovida pelo governo, proibia e vetava qualquer manifestação artística que contrariasse e subvertesse a ordem vigente.
Camuflando-se por meio de metáforas e temas aparentemente casuais, o compositor e cantor Chico Buarque de Holanda externava, em suas canções, seus pensamentos em relação ao momento histórico e político. Os traços psicológicos, religiosos, sociais e lingüísticos de suas músicas mexem com o imaginário das pessoas e sugerem um aumento da capacidade de ver e sentir os ricos significados pretendidos pelo autor.
Seus versos caracterizam a atmosfera que marcou toda uma geração. Por apresentarem tons pesados, dogmáticos e pedagógicos, diversas canções eram consideradas politicamente perturbadoras ao regime militar.
Chico Buarque, embora viesse de um ambiente privilegiado e culto, manifestou todo seu interesse pelos problemas sociais, econômicos e políticos do país, denunciando-os numa obra de caráter essencialmente popular. Usou a poesia como arma de combate e de resistência à censura, à ditadura e à falta de liberdade de expressão.
O poeta aliou-se ao povo, informando e esclarecendo os acontecimentos. Assim, seria possível transformar a sociedade em que viviam. Para que o público pudesse captar a essência de suas letras, Chico utilizou-se de uma linguagem simples. Implicitamente, o compositor expressava tudo o que julgava necessário ser dito, combatendo uma censura que escravizava as mentes e vetava a liberdade incondicional do ser humano.
Através da análise pretendida da música Apesar de Você, descobrem-se muitos significados ocultos que passaram desapercebidos por muitos ouvidos. As metáforas contextualizaram o momento histórico da época e driblaram os censores por mostrarem letras aparentemente ingênuas e desconjunturais.
Aos ouvintes mais sintonizados com os acontecimentos políticos, restaram diversas alusões que recriaram um ambiente sofrido, o governo tirano, o sentimento geral de revolta e indignação de um povo e a busca pela liberdade política e ideológica.
A canção Apesar de Você foi um marco. Nela, Chico demonstrou todo seu desapontamento em relação ao governo em versos como: "Você vai pagar e é dobrado/ cada lágrima rolada/ nesse meu penar/ apesar de você/ amanhã há de ser/ outro dia/ você vai se dar mal/".
O que propositalmente parecia ser uma fictícia briga de namorados, revela-se, embora implicitamente, um desabusado recado à ditadura. Utilizando-se de metáforas, expressava a revolta com toda a repressão e, também, a esperança de liberdade de um povo submisso, domado pelas diretrizes governamentais. ("Hoje você é quem manda/ falou, tá falado/ não tem discussão").

Fonte: http://www.facasper.com.br/cultura/site/ensaio.php?tabela=&id=55

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

INTERVALO


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Processo seletivo: Colégio Estadual José Leite Lopes

Processo Seletivo 2010 - NAVE
Estão abertas as inscrições para o NAVE, Colégio Estadual José Leite Lopes, na Tijuca. A escola oferece o Ensino Médio integrado à formação técnica em diversas áreas da Tecnologia, entre elas a programação de jogos.
Concebido numa parceria entre a Secretaria de Estado de Educação e o Instituto Oi Futuro, instituto de Responsabilidade Social da Oi, o NAVE funciona em regime de horário integral, e une o currículo básico às disciplinas voltadas para a formação em Programação de Games, Geração Multimídia para TV Digital e Roteiros Interativos.
O programa foi construído sobre três pilares fundamentais: o Colégio Estadual José Leite Lopes, de Ensino Médio Integrado, a Fábrica de Cultura Digital, um centro de pesquisa e inovação, e a Usina de Expressão, área voltada para a disseminação de todo o conhecimento produzido.


domingo, 11 de outubro de 2009

ENTENDENDO O PACTO COLONIAL COM HUMOR

Entendendo o Pa(c)to Colonial
O saudoso e grande comediante Espanta dava show ao contar essa piada, confira, ria e depois confira a contextualização da piada com o Pacto Colonial.
Piada do Pato e do Padre Safado!?
Acorda menino diz a mãe pra menino acorda pra vender o pato diz a mãe do menino o menino diz ôô mãe não to afim de vender pato venda o pato que é melhor se não vender vai ser pior.. e la vai o menino com o pato na mão gritando olha o pato!!! quem quer comprar o patoooOO!! De repente ele passa pela uma casa e vê o portão aberto ,então pensa já ficando de noite e ainda não vendi esse pato se o cliente não vem até a mim eu vou até o cliente, então o menino entrou pela casa e foi até o quarto e la tinha um casal fazendo sexo o menino nem liga e vai oferecer o pato meus senhores compre esse pato!?? A mulher assustada diz: ta loko menino vai com esse pato pra la como vc entre ou aki??e talz o menino fala que o portão estava aberto e a mulher preocupada fala pro homem é melhor vc ir meu marido deve tar xegando e o portão ta aberto ele vai entrar e niguem ver... E pra piorar o menino diz la vem um senhor vo pergunta se ele quer comprar o pato! A mulher desesperada chama o menino e tranca junto com o outro no armário. Depois de algumas horas já era 21:00hs e nada do marido sair do quarto o menino preocupado diz meu senhor minha mãe vai me matar se eu não volta pra casa cedo e ainda mais sem ter vendido o pato. O homem responde fala baixo moleke se não agente vai leva um surra caraio.. o menino já com raiva então por que o senho num compra o pato que juro que fico calado. o homem não teve outra solução tiro a carteira do bolso e perguntou quanto custava o pato, o menino muito esperto disse: É 100,00 reais O QUE ?? o homem indignadodo seu ladrazinho de uma figa quer me roupa mesmo o menino diz compre o pato que é melhor se não eu grito... então o homem pago 100 reais pelo pato passados algumas horas o menino meu senho me venda o pato eu só vo pagar 10,00 reais ..o homem ta loko menino paguei R$100 e vo vender por r$10 o menino: me venda que é mior se naum eu grito o homem: vendeu o pato por R$10,00 depois de 1 hora.... o menino: meu senho compra esse pato o homem:vai pra baixa da égua seu disgramado ta me fazendo de besta! o menino: compre o pato q mior se não eu grito o homem ta bom ta bom quanto é dessa vez ? o menino: só R$200,00 pro senhor! o homem: seu*************** fi de rap************ fela da p****** (bem baixinho suando se mordendo de raiva!! mesmo assim comprou o pato E assim foi a noite toda Pela manhã o menino conseguiu fugir com o pato e cheio da grana no bolso chegando em casa feliz da vida taki mamaim óó apurei tudo isso óó se esnobando A mãe fica muito surpresa com a situação e fala :meu filho como pode acontecer isso além de 500,00 reias vc ainda troce o pato ,isso não ta certo pode ir já agora se confessar pro padre e leve o pato pra vender ..rs então o menino chegando confessionáriorio seu padre me compre esse pato? Seu filho da put passei a noite toda comprando pato e vendendo pato e vc ainda vem com esse pato vai pro quinto dos infernos seu Satanás isso só pode ser castigoooooo
Entendendo a Piada e a sua relação com o Pacto Colonial
Saudoso Espanta, não vejo uma forma melhor de entender o pacto colonial se não com o exemplo dessa piada.
Oh presta atenção, esta questão de pacto colonial é essencial, ai você me pergunta porque – pergunta ai cabeção – e eu respondo, é simples filhinho, porque faz parte da formação política e econômica do Brasil em um contexto mundial conhecido como Mercantilismo.
O Pacto colonial foi uma forma de dominação política e econômica da metrópole sobre suas colônias, para extrair o máximo de lucro possível tendo como base o monopólio comercial, tentando manter sua balança comercial favorável.
Para melhor visualização é só clicar na imagem


INTERVALO

PÉROLAS DO VESTIBULAR
HISTÓRIA:
”A finalidade das Cruzadas era passear pelo deserto em busca de aventuras.” ”Anchieta ficou como refém entre os índios, lá ele escreveu o poema à Virgem Maria e fez o rascunho na praia.”
”Os engenhos brasileiros eram chamados de senhor de engenho.”
”Luís Alves de Lima e Silva pela sua bravura recebeu o nobre título de ’Caxias’.”"
”Na história do descobrimento do Brasil, o acaso é um ponto convertido.”
”O Brasil, se pensarmos e olharmos bem, não foi descoberto por acaso.”
”Por causa do ouro em Minas Gerais, Filipe dos Santos foi preso e esquartejado por dois cavalos.”
”Com o descobrimento da bússola, os marinheiros puderam se afundar no mar.”
”Depois que Gutemberg inventou a imprensa, isso revoltou o mundo.”
”Antigamente, antes da invenção da imprensa, a leitura era sacrilégio dos ricos.”
”A luta de classes entre os romanos foi a maior luta de todos os tempos.”
”Araribóia, depois da expulsão dos franceses, por causa de sua coragem, ganhou como prêmio umas seis marias perto do Rio de Janeiro.”
”Os índios brasileiros tinham medo dos animais domésticos; eles só gostavam de animais ferozes.”
GEOGRAFIA:
”As raças têm muita diferença entre si: assim, uns têm nariz chato, outros igual de papagaio, outros rebitados, etc.”
”A escala serve para saber quanto que um mapa é menor que ele mesmo.”
“Latitude de um lugar é quando a gente pega uma barca e chega no mesmo lugar.”
”Horizonte é onde que parece que é o fim do mundo.”
”O horizonte é até aonde a nossa vista alcança e conforme a gente vai andando ele também vai.”
”A Terra é um dos planetas mais conhecidos do mundo.”
”As constelações servem para esclarecer a noite.”
”O tamanho da terra e do sol é como um grão de areia e uma sala de aula.”
”O Brasil é um dos países mais intensos do mundo.”
”A alimentação é o meio de digerirmos o corpo.”
”Influência do meio sobre o homem: exemplo – o fato de uma pessoa estar rindo e a colega não sabendo porque a outra ri, poem-se a rir também, é a influência.”
”Princípio de Arquimedes: todo corpo mergulhado na água, sai completamente molhado.”
MATEMÁTICA:
”Ângulo é duas linhas que vão indo e se encontram.”
”Triângulo são os filhos trigêmeos do ângulo.”
”Circunferência é uma roda chata. Para a sua fabricação usamos o compasso.”
”Tangente é quando a bola passa raspando no jogo de futebol. Ela também tem o nome de trave.”
”Conjunto vazio é aquele em que os músicos não sabem nada de música e tocam ‘na orelhada’.”
”Um paralelepípedo é um animal cujos dois pés para paralelos.”
”Um número concreto é um número que vemos a olho nú.”
PORTUGUÊS:
”Objeto direto é quando a gente ganha um presente diretamente da pessoa que dá; e indireto, a pessoa não pode entregar e manda outro dar.”
”Vogal é a letra que sai do pulmão até a boca.”
”Sujeito é a pessoa com quem estamos falando.”
”Preposição é quando uma pessoa coloca um objeto antes de a gente mandar.”
”Abreviação é quando o aluno está com preguiça de escrever a palavra toda, então só escreve uma parte dela.”
”Artigo é qualquer tipo de mercadoria. Assim, quando vamos a uma loja e o balconista quer vender mesmo, ele diz assim: ‘Este artigo é o melhor da praça.’”
Fonte:

DESAFIO - 4° BIMESTRE


Escravos no Brasil Colonial
Essa atividade é de adesão voluntária e os pontos são extras.
O que a gente sabe sobre os escravos que havia no Brasil?
Muita coisa? Pouca coisa? Mais ou menos?
Bem, a gente sabe que havia escravos, que os negros é que eram escravos e que eles vinham da África...
Que tal a gente investigar um pouco este assunto?
Que tal tentarmos encontrar respostas para algumas perguntas que nos ajudem a entender melhor como foi este capítulo negativo da história do nosso país e das atitudes de nossos antepassados?!
Você está convidado a fazer uma "viagem" por este caminho...
Venha!
Tarefa - Desafio
O desafio ou tarefa consiste em responder às perguntas abaixo, que representam alguns aspectos importantes daquilo que se poderia e deveria querer saber a respeito da escravidão no Brasil:
Coisas importantes para se compreender sobre a escravidão negra:
1. Por que aconteceu a escravidão?
2. Por que exatamente os africanos foram tornados escravos?
3. Como eram tratados os escravos?
4. De que maneira os escravos tentavam se "defender"?
5. Qual era o posicionamento da igreja a respeito da escravidão?
6. Quantos escravos foram trazidos para o Brasil?
7. Quais eram as curiosidades gerais (talvez pitorescas?!) sobre a vida dos escravos?
8. Como os donos de terras (fazendeiros) se viraram com o trabalho após a abolição?
9. O que eram os quilombos e como funcionam? Quais foram os principais e o que aconteceu com eles?
Processo
Saber mais sobre a escravidão não é uma coisa que “cai do céu”, assim “prontinha” - não!
É preciso investigar...
É preciso ler.
Bucar.
Descobrir.
E tudo isso não acontece de uma vez só.
É um processo.Vamos, pois, ao processo de investigação sobre a escravidão.
Para que este processo ocorra de forma adequada, é necessário seguir algumas etapas.
Vejamos:
- Formar dupla com alguma colega.
- Ler as questões colocadas no “Desafio”.
- Pesquisar nos endereços indicados em “recursos”.
- Investigar os temas escolhidos pela sua dupla.
Sintetizar o conteúdo encontrado. Utilizar o Editor de Textos para anotar as informações principais. Não apenas copiando o que estiver nos sites, mas tomando nota das idéias mais importantes e comentando-as. Fazer isto de forma a apresentar para o professor.
Reler o texto e corrigir os eventuais erros de português bem como melhorar a clareza das idéias que eventualmente não estiverem tão claras assim.
Escrever uma conclusão relacionando o assunto com a nossa vida de hoje, e manifestando uma posição quanto à situação dos negros hoje em dia e as formas “disfarçadas” de escravidão.
Elaborar uma apresentação da pesquisa com utilização de imagens ilustrativas – que sejam trazidas aos colegas em forma de seminário.
Tempo previsto para esta etapa: 4 períodos de aula para buscar e organizar as informações no editor de texto; 2 períodos para organizar a apresentação com imgens e 1 período para fazer as apresentações.
Buscar e organizar as informações: até o dia 10 de novembro;
Organizar a apresentação com imagens: até o dia 24 de novembro
Apresentação: 30 de novembro e 1° de dezembro.
Recursos
Para poder avançar no rumo certo você precisa, pode e deve fazer uso de variados recursos que o ajudarão a ter êxito.
Esses recursos tem a forma de informações.
Informações não resolvem tudo – mas são essenciais para a gente produzir o conhecimento.
Além das fontes de informações que você pode conhecer e descobrir, como o seu próprio livro, livros diversos de bibliotecas, revistas e outros, você tem os seguintes endereços eletrônicos para visitar:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Quilombo
http://www.eb23-diogo-cao.rcts.pt/Trabalhos/bra500/txt/tquil.html
http://pessoas.hsw.uol.com.br/quilombolas1.htm
Site que conta a história da Escravidão
"Dia da Consciência Negra" retrata disputa pela memória histórica
Origem da Escravatura: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Tráfico de escravos para o Brasil
Avaliação
O processo de avaliação das Tarefas Propostas será feito de acordo com os seguintes critérios:
REGULAR --> 1
BOM --> 2
MUITO BOM --> 3
Os critérios que serão utilizados para a avaliação são:
Clareza e objetividade na apresentação oral e escrita,
Coerência do conteúdo;
Disponibilidade para a execução das tarefas propostas;
Espírito de cooperação;
Aparência: cores adequadas, organização e nitidez dos textos e das imagens;
Criatividade no tratamento e apresentação do tema;
Apresentação.

sábado, 10 de outubro de 2009

E AGORA, PROFESSOR? II

Uso pedagógico do giz (do giz???)
Antes de qualquer coisa é bom lembrar que esse artigo está sendo publicado em um blog que trata do uso pedagógico das TICs e que uma das TICs mais antigas e mais bem conhecidas dos professores é justamente o “giz”. A combinação giz + lousa ainda é o instrumento tecnológico de maior uso no país e continuará a sê-lo por um loooooongo tempo.
Também é evidente que esse artigo tem um “quê” de sarcástico, afinal parece bobagem falar do uso pedagógico desse nosso velho conhecido bastão de gesso, calcário e água. Porém, dada a repercussão de um outro artigo meu, intitulado “E agora, Mestre Giz?”, e para deixar claro que o uso do giz e da lousa não é algo de todo ultrapassado e que, além disso, exige muito mais “conhecimento pedagógico” do que se pensa, resolvi então levar adiante a tarefa de discutir o uso pedagógico do giz (e, consequentemente, da lousa).
O giz que normalmente utilizamos é obtido de uma mistura de calcário (CaCO3, ou carbonato de cálcio), gesso (CaSO3, ou sulfato de cálcio) e água (H2O). O giz colorido conta também com algum pigmento de cor e o modelo antialérgico conta com camadas plastificadas. Há modelos mais modernos de giz feito com outros componentes, como o talco de silicato hidratado de magnésio, tipos de gesso ortopédicos e outras formulações. O essencial, no entanto, é que todo giz atenda à sua principal função: escrever em uma lousa. Mas escrever o quê? Esta é a grande questão!
Ctrl + Giz ???
Alguns professores imaginam que o giz seja um instrumento de “cópia de textos” e o utilizam intensivamente preenchendo lousas e mais lousas com textos que podem ser encontrados em livros, revistas ou jornais. Mas esse não é um uso pedagógico para o giz e para a lousa, pois o aluno não aprende nada quando copia textos da lousa usando lápis e caderno, tanto quanto também não aprende quando copia da Internet usando Ctrl+C & Ctrl+V. Para acessar textos de consulta o aluno deve possuir material didático, quer seja na forma de livro, apostila, revista, jornal, acesso à Internet ou outras mídias, digitais ou não, à biblioteca da escola ou qualquer outro meio de armazenamento de informações. A lousa e o caderno no aluno não são espaços de armazenamento de informações. Mas o que são então?
Todo professor sabe, ou deveria saber, o conteúdo da disciplina que leciona. Mas o professor não é apenas uma “coletânea de informações” sobre sua especialidade, ele é muito mais que isso, ele é um “organizador e um gerenciador de informações”. Ele não detém apenas a informação, ele detém também as relações entre as informações, os conceitos, competências e habilidades que deseja ver desenvolvidos nos seus alunos. É para isso que serve, essencialmente, o giz, a lousa e o caderno do aluno: para que o professor possa organizar informações de forma didática e com uma seqüencialidade, uma estética e uma logística relacional que permitam ao aluno compreender as relações entre as muitas informações que ele pode acessar por uma infinidade de outros meios.
Embora a frase acima pareça um pouco “sofisticada”, o que ela quer dizer é que o giz serve para fazer esquemas didáticos, anotações, organogramas, tabelas, mapas conceituais, infográficos, fluxogramas, ilustrações, etc., que tornem mais claras as relações entre as muitas informações que os materiais didáticos e o professor trazem para os alunos. A lousa é o espaço natural de “esquematização e representação” do professor e o giz é o meio de “impressão simbólica” de conceitos e relações, nada além disso.
Uma aula de português na EE Paulina Rosa
Se o professor dispõe de um notebook e um datashow, ou uma lousa digital, e preparou uma aula usando uma ferramenta como o CmapTools para criar um mapa conceitual explicando as relações entre folhas, caule e raízes de uma planta, resumiu informações em uma apresntação de slides, fez uma busca no YouTube e encontrou lá um pequeno vídeo ou animação mostrando os caminhos de circulação entre os nutrientes da planta, então ele poderá simplesmente projetar seu mapa conceitual, explicá-lo, ajudar os alunos a compreender essas relações e depois ilustrar isso dinamicamente projetando seus slides e o vídeo. Talvez até lhe sobre tempo para levar uma pequena planta para a sala de aula e então mostrar, ao vivo e a cores, essas diferentes estruturas em um microscópio ou com uma lupa.
Mas se ele não tem nada disso à sua disposição, então terá que ser capaz de desenhar na lousa um esboço de planta, indicar essas relações, usar setas e gizes de diferentes cores para diferenciar seiva bruta de seiva elaborada, “desenhar os seus slides”, etc. Ele também precisará de um mapa conceitual e de ilustrações, só que terá que desenhá-los ele mesmo na lousa. Depois poderá usar sua teatralidade e a imaginação dos alunos para lhes fazer entender como isso se processa dentro de uma planta de verdade. É óbvio que isso é possível e foi assim mesmo que muitos de nós aprendemos sobre esse assunto quando estávamos na escola.
A única diferença é que substituindo o giz e a lousa por um notebook e um datashow, ou uma lousa digital, as coisas ficam mais fáceis, mais rápidas, mais belas, mais claras, mais simples de serem construídas e entendidas e permitem ao professor um tempo maior para ele fazer aquilo que lhe caracteriza como profissional da educação: ajudar o aluno a compreender melhor e despertar-lhe ainda mais o interesse pela aprendizagem, e não meramente atuar como um “copiador de textos na lousa”; o professor é alguém cujo conhecimento vai além do texto didático e dos materiais de apoio, é alguém que pode levar o aluno um passo adiante de onde o aluno pode chegar sozinho.
Então, se você é um professor que ainda está preso unicamente ao uso do giz e da lousa, isso não quer dizer que não poderá ajudar seus alunos a aprenderem, mas apenas que terá um pouco mais (talvez “muito” mais) trabalho para organizar e apresentar informações, conceitos e relações. Terá menos tempo, precisará ser mais teatral, deverá ter algum talento artístico para desenhar bem e terá que dedicar um tempo muito maior na preparação das suas aulas. Mas esse é um preço que nossos professores já pagaram um dia, quando não dispunham de tecnologias digitais, e podemos continuar pagando até dispormos delas ou nos propusermos a usá-las.
Supondo então que você, ao invés de ser um “Professor Digital”, seja um professor “giz&tal”, aqui vão dez dicas que podem lhe ajudar bastante a sobreviver até o dia em que a tecnologia lhe prover outros recursos (a propósito, eu coletei essas dicas ao longo de alguns milhares de quilômetros escritos com giz em lousas comuns):
Use diversas cores de giz e não apenas o giz branco: o giz é uma ferramenta pobre e se você usar apenas giz branco sua lousa será horrivelmente monótona. Procure usar uma padronagem coerente de cores: por exemplo, use sempre as mesmas cores para cada categoria como títulos, subtítulos, destaques, anotações importantes, etc.; procure usar as cores mais berrantes (como aquele “laranja OIÊÊÊÊÊÊÊ!!!!”) para fazer destaques enfáticos e pontuais, não para uso corriqueiro.
Divida corretamente o espaço da lousa: deixe um espaço de meio metro à esquerda da lousa para anotações sobre a pauta da aula, data, capítulo, etc. e mantenha esse pedaço da lousa sem apagá-lo durante toda a aula. Deixe outro meio metro do lado direito da ousa para anotações provisórias (como contas ou outras anotações que poderão ser feitas e apagadas durante a aula). Use sempre uma mesma cor para fazer linhas divisórias (o azul é muito bom, porque raramente presta para alguma outra coisa).
No espaço restante da lousa, procure fazer divisões em retângulos tanto mais próximos quanto possível do “retângulo de ouro”: Quê??? Calma, se sua lousa tem 1 m de altura, faça divisões com comprimentos de 1,6 m cada uma, aproximadamente (ou seja, você deve dividir a lousa em retângulos cujo comprimento seja 1,6 vezes maiores do que a altura. Se quiser saber mais sobre “porque devo fazer isso”, dê uma pesquisada em “proporção áurea”, “retângulo de ouro” e aprenda um pouco mais sobre os princípios básicos das proporções na arquitetura, na arte e na psicologia.
Use letras grandes e traços grossos. Até o aluno de visão mais aguçada ficará grato se não tiver que adivinhar o que foi que você quis escrever com aquela nanoletra ilegível que você mesmo mal enxerga estando a dez centímetros dela; O Joãozinho, que se senta lá no fundão da sala, e que está lá porque justamente não quer aparecer muito, dificilmente copiará sua anotação e se o fizer o fará errado.
Se sua letra for feia, treine muito até que ela fique bonita. Professor não é médico e lousa não é receituário. Ou você escreve de uma forma legível e com letra bonita e caprichada ou passa a usar artefatos tecnológicos que o dispensem disso (como notebooks e datashows, por exemplo). Evidentemente que além de escrever bonito você também deve escrever corretamente e JAMAIS USAR ABREVIAÇÕES. Lousa não é MSN e nem ORKUT e você… bem, você é um professor, não é?
Dê palestras, não “aulinhas”: Use uma vareta ou uma régua de 1 m como apontador para indicar aquilo sobre o que estiver falando durante suas explicações (apontadores laser não funcionam muito bem em lousas escritas com giz) e JAMAIS, NUNCA, EM HIPÓTESE ALGUMA, explique, comente, discorra, faça observações ou qualquer outra coisa ESTANDO DE COSTAS PARA A SALA. Falar de costas para a classe representa uma atitude feia e muito mal educada e, além disso, também é pedagogicamente um fracasso. E, se estando falando de costas para a classe, você receber uma bolinha de papel na cabeça enquanto fala, agradeça, pois só estão lhe retribuindo a gentileza e a boa educação.
Prepare sua aula e o uso da sua lousa. Se você tiver que encher duas ou mais lousas com textos durante sua aula, isso quer dizer que você a preparou muito mal, que tem pouco o que dizer sobre o assunto e que, basicamente, você poderia ser substituído por um texto impresso sem prejuízo para a aprendizagem do aluno. Portanto certifique-se de que colocará na lousa apenas o essencial para organizar as idéias, conceitos e informações que serão apresentadas e trabalhadas em aula. Use a lousa como ferramenta de apoio e não como desculpa para enrolar a classe.
Não seja conivente com a irresponsabilidade. Se sua escola não fornecer giz colorido, apagadores ou lousas onde se possa escrever, escreva um e-mail solicitando em caráter emergencial o que lhe falta e envie para a Secretaria de Educação do seu município ou do seu estado, a cargo da área pedagógica, com cópia para o Dirigente de Ensino da sua Diretoria de Ensino, cópia para o Supervisor da sua escola e cópia para o Diretor e para o Coordenador da sua escola. Provavelmente você passará a ser conhecido como uma “persona nom grata”, mas nunca mais lhe faltará giz colorido, apagador ou lousa. E quando encontrar algum daqueles apagadores horríveis que não apagam mais nada, mas que teimam em deixar na sala de aula, jogue-o no lixo sem pensar duas vezes. Você verá que logo aparecerá outro apagador novo no lugar.
Recolha todas as pontas pequenas de giz que sobrarem depois da aula e leve-as com você. Se a escola não tiver quem as recolha e recicle, jogue-as no lixo da sala dos professores. Isso evita que encontremos pontas de giz espalhadas pelos corredores e aconteçam pequenas guerrilhas coloridas na sala de aula. E, se você for daqueles professores que gostam de ter o próprio apagador, arrume também um “limpador de apagador” e lembre-se de que a parede da sala de aula ou do corredor não é o local mais apropriado para você “bater o apagador”.
Use sempre um creme para as mãos à base de silicone ANTES de usar o giz. O giz resseca a pele da mão, causa ruptura nas cutículas, é horrível para limpar, fica grudado debaixo das unhas (principalmente para quem tem unhas grandes) e se aspirado ao longo de muito tempo seu pó pode causar câncer, enfisema e outras doenças decorrentes da acumulação de seus minerais no pulmão. Evite encostar-se à lousa, pois o giz mancha roupas e é difícil de ser retirado delas. Também evite usar relógios ou manipular aparelhos eletrônicos quando estiver lidando com giz.
Essa charge resume bem o que "nao fazer"
E está é uma lousa que "ninguém merece"
Por fim, desejo-lhe sinceramente que essas dicas lhe seja de alguma utilidade e que você passe a usar um notebook e um datashow, ou uma lousa digital, assim que puder.
Fonte: http://professordigital.wordpress.com/2009/09/28/uso-pedagogico-do-giz-do-giz/

Dica de leitura.


Nesta obra Celso Antunes, ao mesmo tempo em que satiriza, faz uma crítica ao conservadorismo, que impede uma educação com grandeza. Ele oferece sugestões para a atuação de professores em sala de aula para uma aprendizagem consciente. Antunes quer destacar com o livro, que, professauros podem se transformar em professores e escolas sem rumo e sem sentido podem se transformar em instituições de qualidade. Não deixem de ler este livro. É muito interessante e vai ajudá-lo a refletir sobre o tipo de professor que você está disposto a ser.
Segue abaixo alguns comportamentos típicos do professores e dos professauros.
Quando o ano letivo se inicia:
Para o professor, é uma oportunidade de aprender e crescer, um momento mágico de revisão crítica e decisões corajosas.
Para o professauro, é o angustiante retorno á uma rotina odiosa, o eterno repetir amanhã, tudo quanto de certo e errado se fez ontem.
Quanto ao acolhimento dos alunos:
Para os professores, a alegria de percebê-los cada vez mais sábios e curiosos. A certeza de que não os ensinarão e sim contribuirão de uma forma decisiva para iluminar suas inteligências e afiar suas competências.
Para professauros, nada mais do que ter que encarar chatíssimos clientes, que transformados em espectadores pensarão sempre mais na disciplina que na aprendizagem, na vagabundice que no crescimento interior.
Quanto as aulas que irão ministrar:
Para os professores, um momento especial para propor novas situações de aprendizagens pesquisadas e por meio delas provocar reflexões, despertar argumentações, estimular competências e habilidades.
Para os professauros, nada além da repetitividade de informações que estão nos livros e apostilas, e a solicitação de esforços agudos da memória para acolher o que se transmite, ainda que sem qualquer significação e poder de contextualização ao mundo em que se vive.
Quanto aos saberes que se trabalhará:
Para os professores:
Um volume de informações que necessitará ser transformadas em conhecimento, uma série de veículos para que com eles se aprenda apensar, criar, imaginar e viver.
Para os professauros:
Trechos cansativos de programas estáticos que precisam ser ditos, ainda que não se saiba por que fazê-lo.
Quanto á vida que se vive e os sonhos que se acalanta:
Para os professores:
Desafios a superar, esperanças a aguardar, conhecimento para cada vez mais aprender, a fim de fazer da arte de amar o segredo do viver.
Para os professauros:
A rotina de se trabalhar por imposição, casar por obrigação, fazer filhos por tradição. Empanturrar-se para se aposentar o quanto antes

Mistério da História

Abraham Lincoln foi eleito para o Congresso em 1846.


John F. Kennedy foi eleito para o Congresso em 1946.



Abraham Lincoln foi eleito Presidente em 1860.
John F. Kennedy foi eleito Presidente em 1960.
Ambos se preocupavam muito com, sobretudo, os direitos civis.
Ambas as suas esposas perderam crianças enquanto habitavam a casa branca.
Ambos os Presidentes foram assassinados numa sexta-feira.
Ambos os Presidentes levaram um tiro na cabeça.
E agora é que se torna mais estranho:
O secretário de Lincoln chamava-se Kennedy,
O secretário de Kennedy chamava-se Lincoln.
Ambos foram assassinados por alguém dos estados do sul.
Ambos os Presidentes foram sucedidos por um homem do sul chamado Johnson.
Andrew Johnson, que sucedeu a Lincoln, nasceu em 1808.
Lyndon Johnson, que sucedeu a Kennedy, nasceu em 1908.
John Wilkes Booth, que assassinou Lincoln, nasceu em 1839...
Lee Harvey Oswald, que assassinou Kennedy, nasceu em 1939...
Ambos os assassinos eram conhecidos pelos seus 3 nomes.
Ambos os seus nomes eram formados por 15 letras.
E agora, segura-te:
Lincoln foi assassinado num teatro chamado "Ford"
Kennedy foi assassinado num carro da marca Lincoln, feito pela "Ford"
Lincoln foi assassinado num teatro e o seu assassino correu para um armazém para se esconder.
Kennedy foi assassinado a partir dum armazém e o seu assassino fugiu para um teatro e escondeu-se lá.
Booth e Oswald foram assassinados antes do seu processo.
E aqui vai a cereja no topo do bolo….
1 semana antes de Lincoln ser assassinado, ele esteve em Monroe, no estado de Maryland
1 semana antes de Kennedy ser assassinado, ele esteve com Marilyn Monroe.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

INTERVALO

Ilusões de ótica
“São ilusões feitas no chão a partir de Giz! Sim, o cara tem as manhas total da perspectiva, faz desenhos inimaginários no piso de onde for e deixa todo mundo doido com suas ‘pinturas’! Realmente incrível! Não deixe de ver!
Julian Beever’s durante 10 anos passou seus dias fazendo desenhos por toda a parte da Europa e do mundo. Trabalhos espalhados pela Inglaterra, Bélgica, França, Holanda, Alemanha, Estados Unidos, Austrália e muitos outros países.
Seu trabalho é simplesmente impressionante. Confira-os!”.



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A REPÚBLICA POLPULISTA

DESAFIOS
Atividades
O exercício consiste em relacionar as charges postadas abaixo com o seu respectivo contexto social, político, econômico e cultural. Após ler as legendas e observar as imagens elabore uma dissertação sobre o período a que elas se referem.
Não esqueçam de identificar os personagens e destacar o exagero.
Dica:
IMAGENS
Imagem 1. Corrida presidencial (Eleições de 1945);
Imagem 2. Suicídio de Vargas;
Imagem 3. Realizações do Governo JK (“50 anos em 5”);
Imagem 4. As medidas de Jânio Quadros;
Imagem 5. Os poderes de Jango após a posse.

Imagem 1



Imagem 2


Imagem 3




Imagem 4



Imagem 5

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

ENEM 2009/2010

Abaixo segue o link para a prova CANCELADA do ENEM. 1º Dia.
Ciências da Natureza e suas tecnologias e Ciências Humanas e suas tecnologias.
http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/10/01/enem-prova-1_dia.pdf